quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Natal em Debate

A moderadora dá inicio ao debate divulgando aos alunos dois videos (a partir do pilp).Desta forma, apresenta o tema para ser debatido de seguida pelos alunos do 7ºC.
Após a realização do debate,os anotadores registaram os pontos de vista/opiniões defenidas e discutidas pelos interlucutores.
O Tiago entende que no Natal o que é verdadeiramente importante é o estar com a família e ser solidário. A imagem do presépio da nos o exemplo disso através da união de Maria e José e da coloboração da vaquinha e do burrinho para aquecer o menino.
A Ana está inteiramente de acordo com o colega, já que considera esta época festiva, a solidariedade deve encher mais as casas das pessoas do que as prendas.assim é ividente que os valores sinalizados pelas tradições são mais importantes do que os valores naturais representados pelo consumismo.
A Patrícia   aceitou e reafirmou  o ponto de vista definido pela Ana. Assim, os valores universais como a paz, a alegria, o amor e a fé devem estar em primeiro lugar. Não devemos esquecer que o nascimento do menino Jesus é o centro desta festa. O Pai Natal deve continuar a trazer algumas prendas sem excesso.
Por falar em excesso, o José tomou a palavra e salientou o exagerado consumo de papel que provoca mais poluição pondo em causa o meio ambiente.
Ainda outro aluno disse:
Se me permite intervir, gostaria de acrescentar que muitas pessoas já esqueceram essa tradição e olham para o Natal como a época em que um homem de barbas brancas e vestido de vermelho dá muitas prendas. Aliás, esse homem e uma invenção da coca-cola que no século xx, nos anos 30 criou uma publicidade com esta figura comercial.
Outro aluno naõ foi da mesma opinião, dizendo que estava convencida que o Natal também é uma festa de consumismo e não apenas religiosa. Não há dúvida que as pessoas estão mais centradas nas na compra e na troca de prendas do que nos rituais religiosospróprios do Natal(Missa do Galo rezar ao presepio, receber prendas no sapatinho trazidas pelo menino Jesus). É ividente que numa sociedade consumista é quase impossivel resistir á tentação de gastar e esbanjar dinheiro.





De seguida, outro aluno apresentou o seu ponto de vista:"Se me dão licença defalar, compreendo/percebo, que haja necessidade de consumir,porém podemos conciliar na festa de Natal não só a existencia de prendas(com limites!!!) mas tambem  a união dea familia.
Gostaria de acabar com o espirito natalicio, no Natal ha tempo e lugar quer para o menino jesus quer para o Pai Natal.



















sábado, 6 de novembro de 2010

O búzio

Quando eu era pequena,passava ás vezes pela praia um velho louco e vagabundo a quem chamavam o Búzio.
O Búzio era como um munumento manuelino:tudo nele lembrava coisas maritimas.A sua barba branca ondulada era igual a uma onda de espuma.As grossas veias azuis das suas pernas eram iguais a cabos de navio. O seu corpo parecia um mastro e o seu andar era baloiçado como andar dum marenheiro ou dum barco. Os seus olhos, como o proprio ar, ora eram azuis, ora eram cizxentos,ora verdes, e as vezes mesmo os vi roxos. E tazia sempre na mão direita duas conchas.
Eram daquelas conchas brancas e grossas com circulos acastanhados, semi-redondas e semitriangulares, que têm no vertice da parte triangular um buraco. O Búzio passava um fio atraves dos buracos e atava assim as duas conchas uma a outra, de maneira a formar com elas umas castanholas. E era com essas castanholas que ele marcava o ritmaodos seus longos discursos cadenciados, solitarios e mesteriosos como poemas.
O Búzio aparecia ao longe. Via-se crescer dos confins dos areais e das estradas. Primeiro julgava-se que fosse uma arvore ou um penedo distante. Mas quando se aproximava via-se que era um buzio.
Na mão esqueda trazia um grande pau que lhe servia de bordão e era seu apoio nas longas caminhadas e sua defesa contra os cães raivosos das quintas. A este pau estava atado um saco de pano, dentro do qual ele guardava os bucados secos de pão que lhe davam e os tostões. O saco era de chita temendadae tão desbotada pelo sol que quase se tornara branca.
O buzio chegava de dia, rodeado de luz e de vento e, dois passos á sua frente, vinha o seu cão, que era velho, esbranquiçado e sujo, com pelo grosso, encaracoladoe o ficinho preto.
E pelas ruas fora vinha o buzio com o sol na cara, e as sombras trémulas das folhas dos plátanos nas mãos 

sábado, 23 de outubro de 2010

Lenda de Sao Martinho

São Martinho e o pobre mendigo


Esta lenda explica a espressão: "Verão de Sao Martinho".  

O valente gaules, Martinho viajava montado no seu cavalo e bem agasalhado com a sua capa.
De repente, um mendigo roto e enregelado supreendeu-o.
A bondade do soldado, ao dar-lhe a sua capa, foi recompensado por Deus que tornou o dia quente.

sábado, 2 de outubro de 2010

retrato de Benardino Machado

Vamos apresantar o retrato fisico e psicologico de Bernadino  Machado politico da 1 republica.Eata descrição resulta de umtrabalho de Lingua Portuguesa dos alunos do 7.c a preposito das comemorações do centenario da 1 republica na escola E.B.I Arnoso Santa Maria.
Benardino Machado era uma pessoa muito requintada e rica.Vestia fatos elegantes á moda do tempo estando sempre com boa apresentaçaõ.Para esta boa figura tambem contribuiam o seu rosto onde dominava um fino sorriso, um olhar penetrante,uma larga e lisa testa e um farto bigade que juntamente com a barba bem aparada cobriam-lhe os labios.
Á semelhança de Madre Teresa de Calecutá partilhava a sua riqueza com os mais nesecitados.Oseu altruismo e a sua coragem revela-nos um homem lutador.
porém, era vaidoso que não so se preocupava com a sua aparencia mas quando tocava á Lingua Portuguesa não deixava passar nenhum erro.
Com este tetrato ficamos a admirar não so a sua importancia como politico da 1 republica mas tambem as qualidades humanas.

sábado, 18 de setembro de 2010

Auto-retrato

O meu nome é Catarina mas podia chamar-me rita porque gosto do nome.
Tenho olhos castanhos como os troncos das árvores uns cabelos castanhos e quando fico triste so me apetece meter no quarto todo dia. Se eu fosseum animal,seria um golfinho porque gosto de animais marinhos.
Se eu fosse um objecto,seria uma jarra. Se eu fosse uma flor seria uma camelia. Mas sou apenas eu,chamada catarina que sonha como seria o mundo sem nada.Nasci num dia em que gostei muito.gosto ouvir a musica xutos e pontapés e de cheirar as plantas raras e sentir o ar puro.
Quando era mais pequena/o pensava que era grande.
Contam-me que eu fazia muitas asneiras.O que mais prefiro e ser so eu.
O meu nome é Catarina mas podem-me chamar caty